Todos na luta e na prevenção do câncer de mama

O movimento Outubro Rosa é uma campanha mundial que tem como objetivo conscientizar as mulheres sobre o Câncer de Mama. É importante que todas as mulheres, independentemente da idade, possam conhecer o seu corpo para saber o que é normal ou não em suas mamas. Assim, as mulheres devem observar suas mamas sempre que se sentirem confortáveis (no banho, na troca de roupa ou em outra situação cotidiana), sem técnica específica, valorize qualquer descoberta de pequenas alterações. Os principais sinais e sintomas são: • Caroço (nódulo), fixo, endurecido e geralmente indolor; • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja; • Alterações no bico do peito (mamilo); • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço; • Saída espontânea de líquido dos mamilos. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres. A descoberta do câncer de mama no início aumenta as chances de tratamento e cura. Procure o serviço de saúde quando encontrar as alterações suspeitas na mama. Fonte:...

Saiba o que é SESMT!

As pessoas buscam cada vez mais se qualificar para o mercado de trabalho. Especializações, cursos, idiomas, tudo para alcançar lugares de destaque em meio a tanta concorrência. Na verdade o que todos querem é encontrar uma boa empresa para trabalhar que ofereça não apenas um emprego, mas um lugar que proporcione bem estar e segurança. Hoje em dia as empresas precisam oferecer mais que um simples trabalho, precisam pensar em como o emprego reflete na vida de seus funcionários. Elas precisam se preocupar com a saúde dos trabalhadores. É pensando nisso que surgiu o Serviço Especializado em Engenharia e em Medicina do Trabalho, uma equipe que reúne profissionais de saúde e de segurança visando proteger a integridade física dos funcionários. Esse serviço tem a função de proteção do trabalhador no seu local do trabalho, para evitar acidentes e doenças ocasionadas nas empresas. SESMT O Serviço Especializado em Engenharia e em Medicina do Trabalho está estabelecido no artigo 162 da Consolidação das Leis do Trabalho e pode incluir profissionais como médico do trabalho, técnico de enfermagem do trabalho, enfermeiro do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho e técnico de segurança do trabalho. O SEMST foi criado depois da ocorrência de um grande número de acidentes envolvendo funcionários nas empresas. Hoje o sistema também alerta os colaboradores sobre novas doenças que podem aparecer no ambiente do trabalho e procura evitar acidentes que prejudicam as empresas e os funcionários. Cada profissional do SESMT tem uma função diferente e realiza importantes atividades para colaborar com a empresa e os trabalhadores. O médico do trabalho realiza consultas, tratam os pacientes, implementam ações de prevenção...

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

PPRA é uma sigla para Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, sendo que este se trata de um conjunto de atividades tomadas com o objetivo de preservar a saúde e integridade de trabalhadores através de uma série de ações que evitam os riscos no ambiente de trabalho, de acordo com normas de sustentabilidade, protegendo o meio ambiente e os recursos naturais. Isso é feito por meio de diversas análises, como o levantamento de riscos, os planejamentos que estabelecem metas e as prioridades da empresa, cronogramas, estratégias e metodologias, que são exigidas pela legislação do trabalho. Fazendo parte de um dos programas que protegem os funcionários em seu ambiente de trabalho, o PPRA foi criado pela Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, que pertence ao Ministério do Trabalho. Agentes físicos, químicos e biológicos são considerados, de acordo com a sua concentração na natureza, fatores de risco que podem influenciar na saúde dos trabalhadores envolvidos nessas atividades. Portanto, o que o PPRA faz é determinar o tempo de exposição que estes funcionários podem enfrentar perante essas situações de risco, baseando-se em estudos e análises. Os agentes físicos se referem à manutenção de equipamentos no ambiente de trabalho. Para isso, são analisados os ruídos, temperaturas, índices de ionização e radiação, entre outros. Os agentes químicos se referem aos gases, vapores, névoas, poeiras e neblinas, enquanto os agentes biológicos baseiam-se na manipulação de seres vivos microscópicos, como fungos, bactérias, vírus e parasitas, entre outros. Os riscos mecânicos, ou seja, os riscos de acidente, e os riscos ergonômicos também estão incluídos PPRA como adendos. De acordo com a lei, todas as empresas, de...

A importância da SIPAT

Conscientizar os trabalhadores da importância da segurança no trabalho é uma obrigação da empresa e dos responsáveis, que é regulamentada na legislação trabalhista. Para tanto, foi criada a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT), que tem o objetivo de realizar atividades que alertam os funcionários para a prevenção de acidentes, saúde e segurança no local de trabalho. O evento é realizado anualmente em conjunto com o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT). Porém, a semana de prevenção só é realizada por normas da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), obrigatória em toda organização e instituição que possua trabalhadores dependentes de um salário, mesmo que o risco desse trabalho seja mínimo. Cabe à CIPA identificar os possíveis riscos, no ambiente de trabalho dos funcionários, e alertá-los sobre o cumprimento das normas presentes na legislação. Além de realizar ações preventivas, como avaliações, verificações e implementações de toda exigência presente na lei que protege o trabalhador. As atividades informativas da SIPAT são as gincanas, palestras, sorteios, atividades motivacionais, entre outras. A fim de criar uma consciência crítica e observadora em todos os funcionários que compõem a organização. Assim como motivá-los ao conhecimento teórico e prático das ações necessárias para o resultado do cumprimento das normas, que tornam seu trabalho um ambiente mais seguro, digno e em constante melhora. Funcionário atento   O empregado também deve observar questões relacionadas ao local de trabalho e sugerir melhoras na prevenção de acidentes, doenças e segurança para o bem de todos os envolvidos, independente de cargo e responsabilidade que ele assume na instituição. Ainda que demais obrigações...

10 dicas para se cuidar durante a rotina de trabalho

Além da adoção das medidas de segurança, conforme o perfil da empresa, o trabalhador também pode evitar doenças e outros problemas na rotina de trabalho seguindo atitudes simples que, em longo prazo, proporcionam uma vida mais saudável – o Sesi Paraná, que realiza seus serviços em empresas e indústrias baseado nesta premissa, sugere 10 passos para o auto cuidado do profissional, tanto durante a jornada de trabalho como fora dela. “Hoje, a área de promoção e saúde se baseia em cinco pilares: alimentação saudável, comportamento preventivo, atividade física, controle do estresse e relacionamento. Esses temas são trabalhados frequentemente nas empresas em nossos serviços, objetivando que o empresário reduza os custos com a saúde do trabalhador e ainda melhore a qualidade de vida deles”, explica o analista técnico da área de Segurança e Saúde para a Indústria do Sesi, Gerson Túlio Menezes. Exigir e utilizar equipamentos de proteção individual, quando for o caso, discutir com os colegas e o chefe soluções para melhorar as condições de saúde e prevenção no seu ambiente de trabalho são algumas ações diretamente relacionadas ao trabalho – no entanto, há outras atitudes que melhoram, inclusive, a vida pessoal. “Mudar os hábitos alimentares e a relação com a atividade física acaba sendo um comportamento preventivo”, salienta Gerson. Confira as dicas: 1 – Observe os princípios ergonômicos:  verifique se sua postura e mobiliário de trabalho estão adequados. Preserve, sempre que possível, a curvatura natural da coluna. Use equipamentos de segurança (quando necessários, conforme a função), e evite permanecer muito tempo na mesma posição. No computador, o topo da tela tem de estar no nível dos olhos, pés...

Você sabe o que é PPRA e PCMSO?

Cada vez mais as pessoas procuram se qualificar para encontrar bons empregos e estabilidade no trabalho. Porém hoje em dia não são apenas as pessoas que se qualificam para encontrar boas empresas, mas as empresas também procuram melhores condições de trabalho e segurança para seus funcionários. Existem leis que pretendem diminuir e até acabar com o número de acidentes que acontecem no ambiente do trabalho e vários profissionais atuam dentro das empresas para garantir melhor qualidade de vida para os funcionários. O PPRA ou Programa de Prevenção de Riscos Ambientes trata-se de uma legislação federal que pretende estabelecer uma metodologia de ação para garantia da preservação da saúde e integridade dos trabalhadores diante de riscos oferecidos do ambiente de trabalho. Esses riscos podem ser agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos locais de trabalho que podem causar danos à saúde dos funcionários. Atualmente todas as empresas são obrigadas a ter o PPRA, não importa o risco que possa oferecer aos seus funcionários. Para elaboração do programa são necessários profissionais como técnico de segurança, engenheiro de segurança ou médicos do Trabalho. Outro programa que visa colaborar para um ambiente de trabalho mais saudável para todos é o PCMSO ou Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, que visa identificar antecipadamente qualquer desvio que possa comprometer a saúde dos trabalhadores, monitorando-os através de exames laboratoriais. O principal objetivo desse programa é levantar riscos existentes no ambiente e propor mecanismos para controlá-los. O PPRA e o PCMSO atuam juntos nesse processo. A IMPORTÂNCIA Ambos os programas são importantes para que uma empresa possa oferecer um ambiente de trabalho seguro e saudável para...

Trabalho perigoso ou insalubre pode reduzir tempo para se aposentar

Quem trabalhou em funções e ambientes considerados perigosos ou nocivos à saúde pode se aposentar com 15, 20 ou 25 anos de contribuição – ou seja, com menos tempo em comparação à aposentadoria comum. Essa é a regra da aposentadoria especial, que exige comprovação de exposição contínua e ininterrupta durante a jornada de trabalho a riscos e agentes nocivos. Entre as ocupações que podem dar direito de aposentadoria especial estão, por exemplo, atividades que exijam contato com determinados tipos de material químico, serviços na área da saúde ou na indústria metalúrgica e pessoas que trabalhem armadas, conforme lista a advogada Vanessa Vidutto, especialista em advocacia previdenciária da Gueller e Vidutto. Outras profissões que podem se encaixar na regra são professor, mecânico ou trabalhadores de carvoaria, completa Guilherme Franca de Camargo, também especializado em direito previdenciário. A professora Luciana Queiroz, que dá aulas de português em escola estadual de São Paulo, diz que considera a regra “justa”. “É um trabalho extremamente estressante e insalubre. Damos aulas em salas com mais de 40 alunos. No final da semana estamos praticamente sem voz. Desenvolvemos problemas nas cordas vocais, e o Estado não nos proporciona um tratamento específico. Para ganhar mais, já que o salário é baixo, precisamos dar muitas aulas em um dia. O ideal seria que nos proporcionassem salas de aulas com menos alunos e melhores condições de trabalho”, argumenta. Pedidos de aposentadoria especial na Justiça Em São Paulo, um operador de trem que tinha 28 anos de contribuição precisou entrar na Justiça para conseguir a aposentadoria especial. O processo demorou 5 anos, conta a advogada Vanessa Vidutto. “Tinha ruído acima...

Pesquisa identifica boas práticas de combate ao trabalho precoce no Brasil

Fortaleza/CE – Identificar boas práticas de combate ao trabalho infantil, em todo do Brasil, é a missão do professor universitário James Moura Júnior. Doutor em Psicologia, ele foi contratado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para viajar o país em busca de casos de sucesso em favor dos direitos de crianças e adolescentes das mais diferentes culturas e realidades. Com base em entrevistas, a pesquisa vai traçar um panorama do redesenho do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), do Governo Federal. A primeira etapa da “garimpagem” James concluiu sexta-feira (01), em visita ao Ministério Público do Trabalho no Ceará. “Identificamos parceiros que são peças-chave na rede de proteção à infância. Na relação, há, por exemplo, nomes nos ministérios da Saúde, do Trabalho, Desenvolvimento Social e Agrário, da própria OIT e também do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). No MPT, a pessoa indicada como referência foi o procurador do Trabalho Antonio de Oliveira Lima”, explica Moura. A partir da avaliação dessas informações, terá início a segunda etapa do projeto, com uma nova série de entrevistas em dez Estados. Receberão visitas dois municípios de cada região, com diferentes portes populacionais (de pequenas cidades a metrópoles), em áreas urbanas e rurais. “Vamos identificar boas práticas no redesenho do PETI, levando em conta não só critérios mais objetivos – como indicadores do Censo SUAS (Sistema Único da Assistência Social) – mas também avaliativos, a partir das entrevistas”. Perspectivas As boas práticas de combate ao trabalho infantil devem gerar modelos técnicos operacionais que podem ser replicados por outras cidades e Estados. “Por ser o Brasil um país de proporções continentais e características regionais muito...

Doença respiratória atinge trabalhadores da mineração

Acamado e com uma tosse constante, o ex-minerador Raimundo Brito pede com dificuldades um copo de água à filha mais nova, Raquel. Os dias do senhor de 68 anos têm se resumido à fadiga e falta de ar recorrente, tendo a cama como amparo e a morte como certeza. O aparelho de oxigênio é a mais presente companhia no quarto. Aos 36 anos, Raquel praticamente vive para ajudar o pai. “Dou banho, comida na boca, carrego ele para tomar sol, troco a fralda e levo para o hospital quando ele tem crises piores”, relata a filha. A situação dele é a mesma de um grande número de ex-trabalhadores da mineração das cidades de Nova Lima, Raposos e Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O número de trabalhadores da mineração no Brasil que têm silicose (doença respiratória que causa fibrose pulmonar pela inalação de partículas contendo dióxido de silício e poeiras minerais) chega a 500 mil nas empresas de extração mineral e garimpo, informou a diretora Marta Freitas, da Secretaria de Saúde de Minas Gerais, a partir dos dados da Frente Sindical Mineral e Fundação Jorge Duprat e Figueiredo (Fundacentro). O complexo minerador conhecido como Morro Velho e atual Anglo Gold Ashanti, com sede em Nova Lima, esteve, no período colonial e no século 20, entre as minas que mais produziram ouro no mundo. Dominada pelo capital transnacional, a empresa só passou a distribuir Equipamento de Proteção Individual (EPI) a partir dos anos 1990. Como consequência disso, trabalhadores já idosos agonizam doentes. Em 2009, relatório da Anglo Gold Ashanti indicava 3.077 mil ex-trabalhadores diagnosticados com a...

Cinco recomendações para quem trabalha em pé

No ano passado, um artigo britânico chamou a atenção de trabalhadores do mundo todo. A publicação sugere  que,  ao invés de ficar sentado durante toda a jornada de trabalho, o profissional deveria ficar pelo menos duas horas da rotina em pé. Segundo o artigo, esse hábito torna a pessoa mais saudável. Na verdade, ainda não há comprovação científica sobre essa afirmação, mas já se sabe que trabalhar em pé não é uma novidade para professores, policiais, recepcionistas e vendedores, por exemplo. Independente da profissão,  o que pode acontecer com as pessoas que mantém essa conduta? Primeiramente, qualquer pessoa que trabalha muito tempo em pé pode acabar centralizando muito sangue nas pernas, além de sobrecarregar as articulações como o quadril e o joelho. Com isso, outros órgãos acabam tendo que compensar esse esforço. A panturrilha, por exemplo, quando contrai, empurra sangue para cima.  “Se ela fica muito tempo parado, o coração vai ter que fazer mais esforço para fazer a circulação. Uma pessoa que trabalha atrás de um balcão vai se sentir cansada mais rápido do que um professor que movimenta todo o corpo mais vezes”, detalha o  ortopedista e especialista em Saúde do Trabalhador,  Gabriel Pimenta, diretor do Hospital Federal do Andaraí (RJ). Rayana Santos, 28 anos, além de atuar como gerente de vendas em uma concessionária de automóveis, trabalha como recepcionista para complementar a renda. Quando tem evento, fica em média de seis a oito horas em pé. E, muitas vezes, a jornada não acaba por aí. Rayana revelou que frequentemente faz dois eventos por dia com apenas uma hora de intervalo.  “Até no intervalo eu não consigo...

Energia positiva melhora jornada de trabalho e vida pessoal

Energia relacional Não é segredo que receber vibrações positivas de colegas de trabalho torna seu dia a dia muito mais agradável. Mas não é só isso. Pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA) constataram que a energia positiva de um líder tem um impacto direto sobre a produtividade, o número de faltas e o comprometimento da equipe. As pessoas que trabalham com líderes com energia positiva também vão além das suas funções oficiais, e têm vidas familiares mais satisfatórias. Kim Cameron e seus colegas mediram a “energia relacional”, ou seja, a energia que você passa a ter quando interage com pessoas que lhe fazem sentir bem após passar um tempo com elas. Através de pesquisas e estudos de campo eles documentaram como esta energia funciona e o efeito que ela tem sobre as organizações. Transbordamento de energia Os resultados mostraram que, quanto mais energia relacional um líder transmite, melhor é a produtividade, o engajamento, a retenção das tarefas e o absenteísmo da equipe. Os funcionários também ficam mais propensos a ajudar uns aos outros e a se voluntariarem para tarefas fora daquelas previstas para seu posto de trabalho. “Os gerentes gastam tanto tempo gerindo informações e influência…” disse Cameron. “Mas a energia relacional proporciona um resultado quatro vezes maior.” Além disso, a equipe constatou que as pessoas que recebem essa energia no trabalho também têm mais qualidade de vida em casa: “Há um transbordamento de energia relacional do trabalho para casa,” disse Wayne Baker, coautor do trabalho. “Quando nós interagimos com as pessoas, algumas nos inspiram e outras nos derrubam. Quando você está inspirado ou motivado você tende a trazer esses...